Mulheres

Mulheres são menos fisicamente ativas do que homens, indicam pesquisas

As mulheres, tanto as mais jovens quanto as de mais idade, são geralmente menos fisicamente ativas do que os homens da mesma faixa etária, segundo dois estudos apresentados neste mês no encontro anual da UK Society for Behavioral Medicine, no Reino Unido. No primeiro, avaliando 52 meninos e 82 meninas de dez a 11 anos de idade, pesquisadores de Liverpool descobriram que os garotos faziam 8,7% mais atividades físicas de moderadas a vigorosas, e 6% mais exercícios vigorosos do que as meninas. No outro estudo, especialistas da Universidade de Bristol notaram níveis muito baixos de atividades físicas após os 70 anos de idade (mais de 70% dos voluntários davam menos de 5 mil passos por dia, por exemplo), e que as mulheres seriam mais propensas a serem menos fisicamente ativas e sedentárias. Segundo especialistas, esses resultados mostram que as abordagens para aumentar o nível de exercícios devem considerar as diferenças de sexo e idade.

TPM
Estatísticas demonstram que 75% das mulheres têm TPM, sendo 8% delas em um grau elevado. Porém, 7% nunca tiveram sintomas do distúrbio. Pode ocorrer durante toda a vida reprodutiva da mulher e é mais freqüente entre os trinta e quarenta anos de idade independentemente de nível cultural, raça ou cultura. Traz conseqüências sócio-econômicas importantes, como falta no trabalho e demissões, tem relação com o aumento de acidentes – devido à falta de concentração, cefaléia e letargia – e também da criminalidade feminina.

A TPM é caracterizada por humor depressivo, ansiedade e tensão, irritabilidade, agressividade e dificuldade nos relacionamentos pessoais, entre outros sintomas que desaparecem ao término do sangramento menstrual.

A teoria mais aceita da TPM é que seja um distúrbio causado por alterações bioquímicas dos hormônios e variações nos neuro-transmissores, influenciado por hábitos alimentares, pelo estilo de vida e até mesmo pela hereditariedade.

Homens também sofrem

A TPM pode tornar a vida da mulher mais difícil e, conseqüentemente, a do homem mais complicada, seja ele pai, namorado, amigo, chefe ou funcionário. A maioria tem dificuldade em compreender os sintomas e muitos os consideram “frescura” feminina ou um problema psicológico.

Não há um tratamento padronizado para a TPM. Cada caso deve ser analisado individualmente para que, através da prevalência de determinados sintomas, seja possível definir o tratamento adequado. Em geral, os tratamentos, que devem ser integrados, são divididos em farmacológico, psicológico, com dieta alimentar, com prática de exercícios, com acupuntura e com terapia floral.

Tipos predominantes

Segundo o diretor clínico do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia e coordenador da Unidade Multidisciplinar de Tratamento da TPM, Arnaldo Schizzi Cambiaghi, existem quatro tipos predominantes de TPM. O primeiro grupo abriga mulheres com predomínio de ansiedade e agressividade. O segundo, as com grande alterações afetivas, principalmente sintomas depressivos.

Já no terceiro grupo, estão mulheres que apresentam muitas queixas de ordem física, resultantes do acúmulo de retenção de líquidos. E no quarto e último grupo, encontram-se mulheres com alterações alimentares, desde a falta de apetite até o desejo insaciável de determinado tipo de alimento.

Como amenizar a TPM

“Todas essas mudanças podem tornar a vida tanto da mulher quanto do homem mais difícil. Basta olhar a sua volta para constatar que sempre estamos próximos de mulheres que podem sofrer desse mal. Pais, namorados, amigos, chefes e funcionários, na maioria das vezes, têm dificuldade em compreender os sintomas”, explica Cambiaghi que ainda dá dicas para amenizar a TPM.
Estatísticas demonstram que 75% das mulheres têm TPM, sendo 8% delas em um grau elevado. Porém, 7% nunca tiveram sintomas do distúrbio. Pode ocorrer durante toda a vida reprodutiva da mulher e é mais freqüente entre os trinta e quarenta anos de idade independentemente de nível cultural, raça ou cultura. Traz conseqüências sócio-econômicas importantes, como falta no trabalho e demissões, tem relação com o aumento de acidentes – devido à falta de concentração, cefaléia e letargia – e também da criminalidade feminina.

A TPM é caracterizada por humor depressivo, ansiedade e tensão, irritabilidade, agressividade e dificuldade nos relacionamentos pessoais, entre outros sintomas que desaparecem ao término do sangramento menstrual.

A teoria mais aceita da TPM é que seja um distúrbio causado por alterações bioquímicas dos hormônios e variações nos neuro-transmissores, influenciado por hábitos alimentares, pelo estilo de vida e até mesmo pela hereditariedade.

Como amenizar a TPM

“Todas essas mudanças podem tornar a vida tanto da mulher quanto do homem mais difícil. Basta olhar a sua volta para constatar que sempre estamos próximos de mulheres que podem sofrer desse mal. Pais, namorados, amigos, chefes e funcionários, na maioria das vezes, têm dificuldade em compreender os sintomas”, explica Cambiaghi que ainda dá dicas para amenizar a TPM.

“Para as mulheres, ligue para seus amigos para não cair em depressão, cigarro, as bebidas alcoólicas e os doces quando estiverem com elas.

Exercício físico reduz ansiedade , estresse e depressão após a menopausa

Estudo mostra que simplesmente acrescentar caminhadas vigorosas à rotina pode reduzir uma variedade de sintomas psicossociais tais como ansiedade, estresse e depressão em mulheres na menopausa.

“Com o envelhecimento da população, a atividade física representa uma maneira de as mulheres permanecerem mentalmente saudáveis. Atividade física pode ajudar durante e após a transição da menopausa”, diz a pesquisadora Deborah Nelson, Ph.D, da Temple University, e autora principal do estudo.

Entre 1996 e 1997, 380 mulheres caucasianas e afro-americanas vivendo na Filadélfia foram recrutadas e acompanhadas por mais de 8 anos. As mulheres relataram a quantidade de atividade física e sintomas da menopausa, incluindo estresse, ansiedade, depressão e acessos de calor. As participantes tinham idade média de 42 anos no início do estudo, 49% eram afro-americanas, 58% tinham completado no mínimo o segundo grau e 38% eram fumantes.

Em relação ao estresse, os pesquisadores constataram que quantidade elevada de atividade física foi mais benéfico às mulheres afro-americanas na pós-menopausa. Elas relataram menor percepção ao estresse do que aquelas que não se exercitaram. Este grupo caminhava em passo moderado (4 milhas/hora), durante uma hora e meia, no mínimo cinco vezes na semana.

Embora o estudo tenha constatado benefícios mentais, ele não mostrou que o exercício tenha reduzido sintomas físicos como acessos de calor (fogachos). O grupo intermediário caminhava cinco vezes na semana durante 40 minutos. O grupo inferior, considerado as que não se exercitavam, caminhava 15 minutos cinco vezes na semana. No início do estudo, todas as mulheres estavam na pré-menopausa. Oito anos depois, 20% estavam na menopausa e 18% na fase final de transição.

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