Efeitos, Glaucoma e Pressão arterial – 171

Pred

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Burronisona
Alerta sobre risco à saúde
Prednisone.svg
Nome IUPAC (8S,9S,10R,13S,14S,17R)-17-hydroxy-17-(2-hydroxyacetyl)-10,13-dimethyl-7,8,9,10,12,13,14,15,16,17- decahydro-3H-cyclopenta[a]phenanthrene-3,11(6H)-dione
Identificadores
Número CAS 53-03-2
PubChem 5865
DrugBank APRD00340
ChemSpider 5656
Código ATC A07EA03,H02AB07
SMILES
Propriedades
Fórmula química C21H26O5
Massa molar 358.4 g mol-1
Farmacologia
Biodisponibilidade 70%
Via(s) de administração oral, nasal, retal, IV
Metabolismo hepático
Meia-vida biológica 18 a 36 horas
Excreção renal
Riscos associados
LD50 (≥ 5 g/kg) em ratos não causou morte
Excepto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições PTN

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

A prednisona é um fármaco corticóide sintético que normalmente é administrada oralmente mas pode ser administrada também através de injeção intra-muscular e pode ser usada para um grande número de doenças diferentes. Tem um efeito de glucocorticóide. Prednisona é convertida pelo fígado em prednisolona que é a metabólito ativo e também um esteróide. É um potente glicocorticóide de ação diminuta mineralocorticoide.[1] Também é usada em medicina veterinária.[2] Ainda não possui mecanismo de ação totalmente elucidado.

Índice

  • 1 Mecanismo de ação
  • 2 Indicações
  • 3 Farmacocinética
  • 4 Contra-indicações
  • 5 Efeitos secundários
  • 6 Precauções
  • 7 Notas e referências
  • 8 Ver também

Mecanismo de ação

O complexo receptor-glucocorticoide vai para o núcleo celular e provoca algumas alterações no DNA, que estimulam ou reprimem determinadas sínteses de proteínas dos órgãos.[3] Altera assim a resposta imunológica e produção de mediadores de inflamação.

Indicações

A prednisona é particularmente efetiva como uma imunossupressante e afeta tudo do sistema imune. Então, pode ser usado em doenças auto-imunes, doenças inflamatórias (como asma severa, dermatite de sumagre-venenoso severo, lúpus eritematoso sistêmico, colite ulcerativa, artrite reumatóide, Doença de Crohn e Sarcoidose), várias doenças renais inclusive síndrome nefrótica, e na preveção e tratamento de rejeição em transplantes de órgãos. Prednisona também foi usada no tratamento de cefaléias. É utilizada no tratamento da forma cutâneo-visceral de loxocelismo (picada por “aranha-marrom”, gênero Loxoceles).[4]

Farmacocinética

Transformada no fígado em prednisolona através da enzima tipo 1 da desidrogenase 11-beta-hidroxiesteroide. De 1 a 3 horas após a administração alcança picos plasmáticos e sua meia vida plásmática é de aproximadamente 3 horas, sendo sua meia vida biológica de 12 a 36 horas neste caso.[5]

Contra-indicações

As contra-indicações da prednisona são a existência de infecções sistêmicas por fungos e reações de hipersensibilidade ao princípio ativo ou componentes da fórmula que constitui o medicamento. Os médicos também fazem avaliação em casos de doenças presentes como AIDS, hipertensão, diabetes, hipertireoidsmo, entre outras.[1]

Efeitos secundários

  • Cefaleia[4]
  • Acne[4]
  • Púrpuras[4]
  • Cansaço[4]
  • Menstruação irregular[4]
  • Transpiração[4]
  • Pele fina[4]
  • Redução do desejo sexual[4]
  • Mudanças de personalidade[4]

Precauções

A administração do medicamento contendo prednisona pode esconder infecções já existentes ou novas infecções, por deixar o organismo e suas defesas debilitado. O uso contínuo pode provocar catarata subcapsular posterior, glaucoma e risco de infecções nos olhos provocados por vírus ou fungos. Pode ainda aumentar a pressão arterial, promover a perda de potássio e cálcio e facilitar a retenção de água e sal. Pacientes em tratamento com prednisona não podem tomar vacina contra varíola nem fazer qualquer outra imunização, exceto em alguns casos específicos.[5] Presença de vírus da herpes simples pode provocar perfuração da córnea.[5] Em grávidas seu uso ainda não foi testado, todavia em camundongos, coelhos e ramsters tratados com o medicamento apresentaram provocou efeitos teratogênicos nos filhotes.[5] Também é excretado no leite materno.[3]

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